1/ A mudança técnica orientada por habilidades está morta. @karpathy mostra como é o seu sucessor: a mudança técnica orientada por mensurabilidade. A linha de falha já não é o quão educado você é. É se a sua produção pode ser medida. Se puder, será industrializada. Sem exceções.
2/ O que está exposto não é "estratégia" ou "pesquisa". É a execução mensurável agrupada dentro desses papéis — os rascunhos, os modelos, as análises. A economia construiu um prémio salarial em torno desse conjunto. A IA o desagrega.
3/ O que sobrevive é o núcleo não mensurável: definir a intenção, navegar pela incerteza genuína, verificar o trabalho agente e absorver a responsabilidade. A pergunta para cada trabalhador do conhecimento é simples: remova a camada de execução, e o que resta? Esse é o seu fosso. Ou o seu problema.
4/ Mapeámos a economia. O manual está incluído. Porque o que está a chegar não é o fim da relevância humana. É uma migração forçada—de fazer para orientar, de executar para verificar, de produzir respostas para garantir as suas consequências.
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