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As importações de petróleo bruto da China em 2025 serão de 557,73 milhões de toneladas (cerca de 11,55 milhões de barris/dia), enquanto a produção interna de petróleo bruto será de 216,05 milhões de toneladas.
À primeira vista, o petróleo importado representa cerca de 72% do fornecimento total.
Se considerarmos as importações de petróleo bruto da China em 2025 como 100% (dados oficiais, arredondados):
Rússia: cerca de 19%
Arábia Saudita: cerca de 14%
Malásia: cerca de 11%
Iraque: cerca de 10%
Brasil: cerca de 8%
Outros países no total: cerca de 38%
Se analisarmos o fluxo real (não apenas as declarações aduaneiras):
Petróleo sancionado no total: ≥22%
Irão: cerca de 12%
Venezuela: cerca de 3%
Parte da Rússia sob sanções: cerca de 7%
Dentro da participação de 11% da Malásia, uma parte considerável é petróleo do Irão e da Venezuela que foi "lavado" após transporte ship-to-ship.
Após as mudanças na Venezuela e no Irão, a oferta e os preços certamente flutuarão, o que terá um impacto fundamental nas refinarias locais do país.
O petróleo sancionado tem desconto, e uma vez que o desconto desapareça ou a fonte seja interrompida, uma parte considerável das refinarias ficará abaixo do ponto de equilíbrio.
O aumento dos custos de preços será transmitido posteriormente para o diesel (relacionado aos custos logísticos), produtos químicos (relacionados a têxteis e plásticos) e fertilizantes (relacionados à segurança alimentar).
Os custos de vida em 2026 vão aumentar,
claro, que em meio à crise também há oportunidades individuais.
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